NÓS, FILHOS DE EICHMANN (1988) reúne duas cartas ? a primeira escrita no rescaldo da leitura de Eichmann em Jerusalém (1963), de Hannah Arendt, e a segunda nos anos 80 ? dirigidas ao filho mais velho do infame responsável pela logística das deportações para os campos nazis de extermínio. Günther Anders não pretendia revisitar o passado, mas evitar a repetição da monstruosidade, explicando «as raízes cuja existência e persistência a tornam não só possível, mas provável». O diagnóstico que traçou é de uma actualidade assombrosa: um mundo que o progresso técnico converteu numa máquina tão complexa, que excede a compreensão dos que nela participam, «enclausurados nas fases do trabalho que nos foram designadas, como prisioneiros nas celas do seu cárcere». Quando o carácter lesivo das nossas acções quotidianas se oculta nos meandros de um planeta tecnificado, está aberto o caminho para a falência moral que nos transformará a todos, peças da engrenagem, em filhos de Eichmann.
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