Ler Conta-me Uma Adivinha (1961), a obra mais famosa de Tillie Olsen, é «um longo baptismo nos mares da humanidade», nos quais é «melhor mergulhar do que viver como se nada fosse». Este clássico americano inclui quatro contos dos anos 50 e 60, e nele avistamos vários náufragos num oceano de adversidades, cujas vidas Tillie Olsen resgata com nobreza: a mãe angustiada de «Estou aqui a engomar», que reflecte sobre a filha e o seu espírito vincado pela Grande Depressão; o militante marinheiro Whitey, que afoga a solidão em copos de uísque e entre velhos amigos, em «Eh, marujo, que navio?»; as crianças de «Oh, sim», a história de uma amizade varrida pelas ondas da segregação; e, em «Conta-me uma adivinha», Eva, uma velha matriarca à beira da morte, decidida a remar contra a maré da sociedade patriarcal. Em linhas com «uma pureza e uma dignidade extraordinárias», segundo Alice Munro, as vozes submersas pela vida doméstica encontraram uma merecida expressão poética, rara até então.
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