Já muito se disse sobre A Guerra das Salamandras (1936): livro de culto, conto filosófico hilariante, distopia visionária. Esta «visão satírica de uma loucura abissal», segundo Thomas Mann, remonta ao momento em que, ao largo da ilha de Tana Masa, o capitão Van Toch descobre salamandras inteligentes, bichos afáveis e cordiais, longe de imaginar que elas mudariam o mundo. Em breve, estes «operários do mar» estão no centro de um lucrativo comércio mundial, tornam-se cobaias científicas e atracções em jardins zoológicos, vítimas de bem-intencionadas Sociedades para a Questão Salamandrina e de arautos do comunismo global, são linchados nos EUA e temas de sondagens em tablóides («As Salamandras Têm Alma?»). Toda a classe salamandrina porá então os olhos na humanidade e, seguindo o seu exemplo, reivindicará o planeta. A Guerra das Salamandras é não só a obra-prima de Karel ?apek, publicada em plena ascensão do nazismo, mas também a história de um tiro no pé desferido pela nossa própria espécie e de um desastre épico patrocinado alegremente pela ganância internacional e pela tolice humana.
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