A abolição de fronteiras entre as várias artes a partir dos anos 60 do século XX pode ser definida como uma viragem performativa. Os artistas, ao invés de criarem obras de arte, passam a produzir, cada vez mais, acontecimentos, que envolvem os espectadores e instabilizam as fronteiras entre sujeito/objecto e significante/significado. Ao analisar a especificidade desta viragem, Erika Fischer-Lichte propõe uma nova abordagem estética, apoiando as suas reflexões nas obras de Marina Abramovi?, Joseph Beuys, Richard Schechner, John Cage e Hermann Nitsch, entre outros artistas.
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